Atletas de algumas modalidades esportivas, idosos e mulheres estão entre os principais beneficiados com novos tratamentos para o ombro e o cotovelo.

As lesões no grupo de músculos conhecido por manguito rotador – responsável pela estabilidade, mobilidade e força do ombro – representam 85% das queixas de dor no ombro e podem ser de origem inflamatória; por fadiga, devido ao excesso de exercícios; ou degenerativa, causada pelo envelhecimento natural da articulação. O problema é mais freqüente após os 40 anos de idade.

Atletas de modalidades esportivas nas quais os movimentos dos braços são realizados acima da cabeça – tênis, vôlei, basquete, handebol, alguns exercícios de musculação, natação etc – e idosos são os que têm mais chances de sofrer lesões nesses músculos e até mesmo precisar de uma intervenção cirúrgica no local.

Apesar de muito comuns, essas lesões são costumeiramente diagnosticadas como bursite, o que prejudica o tratamento do paciente. “A bursite é uma inflamação da bursa, glândula responsável por proteger o manguito rotador”, explica Eduardo Carrera, chefe do Setor de Ombro, da Disciplina de Cirurgia da Mão e Membro Superior da Unifesp.

Uma das novidades para tratar as lesões no manguito rotador é a utilização da artroscopia, um método pouco invasivo, que exige incisões de apenas 3 mm e tem todo o procedimento monitorado por microcâmeras.

Fonte: Assessoria da Unifesp

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